“Lucy era baixa: apenas 1,07 metro de altura. Era capaz de andar, ainda que se discuta quão bem andava. Ela era evidentemente uma boa escaladora. Quanto ao resto, pouco se sabe. Seu crânio estava quase totalmente incompleto, de modo que pouco se pode dizer com confiança sobre o tamanho de seu cérebro, embora fragmentos do crânio sugerissem que era pequeno.”
Calma, leitor, o ano um não entrou para a impressa marrom sensacionalista, que trata a vida como algo banal e valor de venda no mercado... Portanto, não se trata de mais um caso para ser analisado pela Delegacia das Mulheres. Este trecho inicial será melhor explicado mais adiante... Continue...
“A maioria dos livros descreve seu esqueleto como 40% completo, apesar de alguns chegarem perto de metade completo; e um produzido pelo Museu de História Natural Americano descreve Lucy como dois terços completa. A série de TV da BBC Ape man chamou-a de ‘um esqueleto completo’, não obstante desse para ver que não era bem assim.
Bem, parece que Lucy começa a se tornar um personagem cada vez mais real na imaginação do leitor...
Donald Johanson, chefe da equipe que a encontrou em Hadar, na Etiópia, considera Lucy como pertencente a espécie do australopitecino, com 3,18 milhões de anos: o hominídeo mais famoso do mundo é oficialmente chamado de “Afar Locality” (“Localidade Distante”), porém tornou-se mais familiarmente conhecida como Lucy, por causa da canção dos Beatles “Lucy in the sky with diamond”.
“Ela é nosso ancestral mais antigo, o elo perdido entre o macaco e o ser humano”.
Quem quiser conhecê-la melhor, consulte o livro Breve História de Quase Tudo, de Bill Bryson, à página 449. Certamente ela foi uma guerreira, porque viveu uma fase de transição muito mais dura que a puberdade e a menopausa da mulher moderna...
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